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domingo, 14 de junho de 2026

Em Sociedade: noites frias, corações quentes!

Chegaram há  instantes à nossa Redação imagens inéditas que certamente tranquilizarão os leitores que acompanham, com justificado interesse, os acontecimentos envolvendo a já conhecida família felina hospedada na concorridíssima pousada litorânea administrada por nosso estimado amigo Hamilton.

As cenas não deixam margem para interpretações.

Depois de uma farta refeição — cujo cardápio, por elegância, não foi oficialmente divulgado —, Amora, Leozinho e Nina protagonizaram aquilo que especialistas em relações familiares já classificam como um raro momento de absoluta concórdia doméstica.

Nenhuma disputa por almofadas.

Nenhuma corrida pelos corredores.

Nenhuma tentativa de escalada em cortinas, árvores ou móveis.

Apenas silêncio.

Muito silêncio.

Envolvidos por espessas mantas, os três ilustres hóspedes recolheram-se aos aposentos da pousada com a serenidade de quem compreende que, diante das baixas temperaturas do litoral, a convivência harmoniosa é muito mais eficiente do que qualquer demonstração de independência felina.

Chamou particularmente a atenção da reportagem a postura vigilante de Amora, posicionada em primeiro plano como quem discretamente supervisiona o descanso coletivo, enquanto Leozinho e Nina, já entregues ao irresistível torpor do pós-refeição, pareciam pouco interessados nas movimentações do mundo exterior.

Hamilton, naturalmente, observava a cena com indisfarçável satisfação.

Pessoas próximas afirmam que o venerável anfitrião limitou-se a contemplar o espetáculo, convencido de que não existe investimento mais seguro do que uma casa aquecida, barriguinhas satisfeitas e uma família reunida.

A fotografia, aliás, revela algo que dispensa qualquer legenda: certos luxos não dependem de tapetes persas, cristais franceses ou mobiliário assinado. Às vezes, bastam uma manta macia, o frio do lado de fora e a certeza de que todos estão exatamente onde desejam estar.

EM TEMPO: Informações de bastidores dão conta de que o clima de absoluta paz permaneceu até o momento em que um dos presentes cogitou levantar-se para beber água. A proposta foi imediatamente rejeitada por unanimidade. Afinal, em noites como estas, qualquer deslocamento exige esforço incompatível com a dignidade felina.

sábado, 24 de janeiro de 2026

Em Sociedade: acontece nas melhores famílias


Pois é, leitores atentos: a verdade veio à tona.
E ela atende pelo nome de Leozinho. Sim, o mesmo Leozinho, conhecido por seu temperamento pacato, por quedas sucessivas de árvores e por uma relação, digamos, distante com qualquer instinto de caça. Quem diria. Nos bastidores do verão, o improvável aconteceu.  Fontes próximas ao cenário — jardins bem cuidados, brisa marinha e clima de lazer absoluto — revelam que o estopim da confusão foi a nova e comentadíssima casinha de Bubu. Um verdadeiro playground particular, estrategicamente instalada nos jardins da pousada. Ampla, charmosa e, segundo dizem, perfeitamente compatível com o porte atlético e confiante do seu legítimo ocupante. Foi aí que o ciúme entrou em cena. Silencioso. Disfarçado. Felino.Leozinho, até então espectador das próprias limitações acrobáticas, não teria lidado bem com o protagonismo de Bubu. O resultado? Invasão declarada. Nada de convite, nada de negociação. Leozinho simplesmente entrou, tomou posição e agiu como se a casinha sempre tivesse feito parte de seus planos de verão. E, como não poderia deixar de ser, há provas. Os paparazzi — atentos como sempre — registraram o flagrante. As fotos mostram Leozinho já instalado, com expressão entre o desafio e a falsa inocência, enquanto Bubu observa a cena com aquele ar de quem não acredita no que vê, mas prefere manter a compostura.
As imagens são inequívocas. Não há como negar.
O ser tímido e pacato virou protagonista.

Nos bastidores, comenta-se que o episódio foi tratado em família com muita diplomacia, embora o clima tenha oscilado entre o constrangimento e o riso contido. Porque, afinal, ciúmes também fazem parte da vida em sociedade.

E fica o registro. Às vezes, quem invade é quem menos se espera.


Em Sociedade com Nina e Leo

 

Chegou há pouco à nossa redação uma imagem deliciosamente reveladora. Os leitores mais atentos, naturalmente, já conhecem Leo e Nina, os charmosos irmãos do sempre celebrado Bubu. Pois bem: o trio — com entourage familiar, claro — está em temporada de descanso em uma pousada daquelas, pé na areia e discrição zero, no badalado litoral de Tramandaí.

Mas não se enganem: por trás da tranquilidade marítima, há movimentação intensa. Segundo fontes muito próximas — leia-se, o próprio papai Hamilton —, a pequena Nina vem dando provas inequívocas de que carrega no DNA instintos felinos absolutamente irrefreáveis. No menu da temporada, nada escapa: pássaros distraídos, baratas desavisadas… tudo sob seu olhar atento e determinado. No quesito elegância atlética, então, nem se fala: sobe em árvores com a naturalidade de quem nasceu para isso.

Já Leo, digamos, vive um momento mais… pedagógico. Tentou acompanhar a irmã nas aventuras verticais e, dizem, já contabiliza três quedas — sem glamour, mas com muito aprendizado. E é aqui que entra o detalhe mais saboroso da história: longe de rivalidades, Nina assumiu o papel de mentora, ensinando pacientemente ao irmão os segredos da destreza felina. Uma verdadeira aula particular, exclusiva, sob o sol do litoral.

A foto que ilustra esta nota? Fala por si. Daquelas que dispensam legenda, mas rendem comentários.

E nós, claro, agradecemos.

segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Leozinho. Por que não?

 


Pai do Leo me mandou esta foto. Verdade. É abusado, dizem. Mas e daí? E daí se ele sobe na mesa e dorme ali mesmo? E daí, se foi adotado e aprendeu que a casa é dele, a mesa é dele e os humanos, ora... Humanos também são obedientes e estão todos ali para servi-lo, providenciando o seu bem-estar. Acho que até o Bubu, aquele cachorrão lindo, ele já seduziu. Particularmente eu também penso que deixar que nossos bichos se tornem abusados é muito bom. É muito bom, sim, fazer todas as vontades deles. Dar liberdade. Comprar brinquedos. Deixar que subam na mesa e na cama. Que durmam com a gente. A gente pega, amassa, aperta, beija. Faz parte. São os nossos bichos. Amar demais os nossos bichos nunca é demais. 

 

 

quinta-feira, 11 de setembro de 2025

Leo e Nina