!-- Google tag (gtag.js) --> Alex

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Alex, oito anos de saudades


 Sim, já é quase um rito. E eu sei que faz parte do adeus despedir-se todos os dias, como se, com isso, a gente pudesse negar a partida. Insistimos em lembrar, porque a memória revive cada detalhe. Eu lembro demais do Alex. E lembro dele cada vez que encaro o olhar de uma carinha achatada. É algo que vai direto ao coração, que aperta a garganta, que suspende a respiração. Porque, por uma fração de segundo, é Alex que eu vejo ali, vivendo em cada cachorrinho, falando em cada latido, presente em cada patinha estendida. Sentir saudades é também uma maneira de negar a morte, afirmando memórias e cultivando um afeto que agora se expende, sem fim, para todos os cães do mundo. Porque todos eles têm um pouquinho do Alex. 12 de fevereiro de 2026. Oito anos de saudades.

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Adeus, Bubu

 

Quem visita este Blog do Alex sabe que a vida é feita de alegrias e de tristezas. De música e de silêncio. Já fiz muitas postagens tristes, é verdade. Mas eu não esperava ter que escrever hoje sobre a partida do Bubu. Embora já tenha acontecido há alguns dias, eu simplesmente não consegui achar um jeito de vir aqui e dizer alguma coisa… porque tudo o que publiquei sobre ele sempre foi alegre. E ele era isso: era pura alegria e contentamento. 

Quem não amaria um cachorrão lindo, peludo e simpático? Um cachorro de pelo castanho dourado, olhar brilhante, grandão, forte… e ao mesmo tempo tão manso, tão doce, tão amigo. Um cachorro que tinha todos os motivos do mundo para não confiar na humanidade e que, ainda assim, era amoroso, afetuoso, incapaz de um gesto bruto. Bubu veio de uma história difícil. Foi maltratado. Foi resgatado. E teve uma chance rara: a chance de recomeçar. 

E recomeçou. Passou a viver muito bem com Hamilton e Tânia. Teve casa. Teve comida. Teve carinho. Teve cuidado. Teve gatinhos subindo nele e brincando como se ele fosse um travesseiro vivo. Teve irmãos, teve família. Teve amor. Muito amor. E eu sei disso porque conheço seus pais, embora nunca tenha apertado, abraçado nem beijado o Bubu. Não deu tempo... Entre tantas coisas, a vida não deu tempo. 

Mas Bubu teve outros passeios… porque ele amava passear. Nos últimos tempos, porém, a vida cobrou caro. Ele adoeceu. Veio a luta, vieram os remédios, a medicação, transfusões, hemodiálise… e a gente sabe como isso cansa. Como isso tira a alegria até do corpo mais forte. Ele foi definhando enquanto resistia. Sem vontade de brincar, sem forças. Enfim, a hora do adeus chegou. 

Eu gosto de pensar que seu último passeio foi uma despedida bonita. O último rolê. O último caminho. O último vento no rosto. O último olhar para a rua. E gosto de pensar que ele foi embora sabendo que era amado. Se Bubu poderia ter vivido mais? 

Talvez.

Mas eu tenho certeza de que o que ele viveu com o Pai Hamilton e a Mãe Tânia compensou tudo o que ele sofreu antes. Porque ele teve o que muitos cães nunca têm: uma vida nova. E é assim que ele deve ficar na nossa memória: lindo, peludo, leal… andando ao lado do seu humano, do jeitinho que sempre gostou. 

Esta foto fala mais do que qualquer palavra. Ela retrata amizade, fidelidade, confiança, amor e lealdade. E retrata também o que o Bubu sempre foi: um anjo de quatro patas que passou por aqui. Descansa, Bubu. Você foi, você é e você será muito amado e sempre lembrado.

Obrigada, Bubu. Por ter sido você.  

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Em Sociedade

Discretamente, como convém aos bons salões, chegou à nossa redação um flagrante que tem provocado cochichos, olhares atravessados e algum abanar de leques imaginários. A sempre irretocável Alice Flores Grando, jovem herdeira de estirpe conhecida e presença constante nos melhores colos da casa, parece atravessar — pasmem — a clássica fase da rebeldia.

No auge de sua adolescência, e após uma vida cercada por almofadas de cetim, veludos selecionados e confortos sob medida, a senhorita surpreendeu a todos ao renunciar espontaneamente ao luxo para se acomodar, sem qualquer pudor, em caixas de papelão que haviam trazido peças de decoração para a residência de seus pais — atualmente em reforma, diga-se, dentro das mais elegantes linhas arquitetônicas contemporâneas — e que, detalhe nada irrelevante, já estavam prontas para descarte.

O flagrante, que chegou hoje à nossa redação, não nos deixa mentir. Alice aparece entregue, quase engajada, a esse novo estilo de vida despojado, flertando perigosamente com o minimalismo mais radical. Entendidos em comportamento felino-social ponderam: é a idade. Cabe agora à família compreender, aguardar e torcer para que essa inclinação pelas coisas simples seja apenas uma fase passageira na trajetória dessa querida jovem.

Porque, afinal, Alice é de berço.

Em tempo: fontes garantem que as almofadas seguem intactas. Por enquanto.

 

sábado, 24 de janeiro de 2026

Acontece nas melhores famílias


Pois é, leitores atentos: a verdade veio à tona.
E ela atende pelo nome de Leozinho. Sim, o mesmo Leozinho, conhecido por seu temperamento pacato, por quedas sucessivas de árvores e por uma relação, digamos, distante com qualquer instinto de caça. Quem diria. Nos bastidores do verão, o improvável aconteceu.  Fontes próximas ao cenário — jardins bem cuidados, brisa marinha e clima de lazer absoluto — revelam que o estopim da confusão foi a nova e comentadíssima casinha de Bubu. Um verdadeiro playground particular, estrategicamente instalada nos jardins da pousada. Ampla, charmosa e, segundo dizem, perfeitamente compatível com o porte atlético e confiante do seu legítimo ocupante. Foi aí que o ciúme entrou em cena. Silencioso. Disfarçado. Felino.Leozinho, até então espectador das próprias limitações acrobáticas, não teria lidado bem com o protagonismo de Bubu. O resultado? Invasão declarada. Nada de convite, nada de negociação. Leozinho simplesmente entrou, tomou posição e agiu como se a casinha sempre tivesse feito parte de seus planos de verão. E, como não poderia deixar de ser, há provas. Os paparazzi — atentos como sempre — registraram o flagrante. As fotos mostram Leozinho já instalado, com expressão entre o desafio e a falsa inocência, enquanto Bubu observa a cena com aquele ar de quem não acredita no que vê, mas prefere manter a compostura.
As imagens são inequívocas. Não há como negar.
O ser tímido e pacato virou protagonista.

Nos bastidores, comenta-se que o episódio foi tratado em família com muita diplomacia, embora o clima tenha oscilado entre o constrangimento e o riso contido. Porque, afinal, ciúmes também fazem parte da vida em sociedade.

E fica o registro. Às vezes, quem invade é quem menos se espera.


Saudades: Flok e Rodoldo Valentino


 

Em Sociedade com Nina e Leo

 

Chegou há pouco à nossa redação uma imagem deliciosamente reveladora. Os leitores mais atentos, naturalmente, já conhecem Leo e Nina, os charmosos irmãos do sempre celebrado Bubu. Pois bem: o trio — com entourage familiar, claro — está em temporada de descanso em uma pousada daquelas, pé na areia e discrição zero, no badalado litoral de Tramandaí.

Mas não se enganem: por trás da tranquilidade marítima, há movimentação intensa. Segundo fontes muito próximas — leia-se, o próprio papai Hamilton —, a pequena Nina vem dando provas inequívocas de que carrega no DNA instintos felinos absolutamente irrefreáveis. No menu da temporada, nada escapa: pássaros distraídos, baratas desavisadas… tudo sob seu olhar atento e determinado. No quesito elegância atlética, então, nem se fala: sobe em árvores com a naturalidade de quem nasceu para isso.

Já Leo, digamos, vive um momento mais… pedagógico. Tentou acompanhar a irmã nas aventuras verticais e, dizem, já contabiliza três quedas — sem glamour, mas com muito aprendizado. E é aqui que entra o detalhe mais saboroso da história: longe de rivalidades, Nina assumiu o papel de mentora, ensinando pacientemente ao irmão os segredos da destreza felina. Uma verdadeira aula particular, exclusiva, sob o sol do litoral.

A foto que ilustra esta nota? Fala por si. Daquelas que dispensam legenda, mas rendem comentários.

E nós, claro, agradecemos.

domingo, 14 de dezembro de 2025

Florzinha Partiu

Aos 17 anos, nossa querida Florzinha partiu em paz, deixando um vazio imenso e muitas saudades. Foram muitos anos de companhia fiel, de presença carinhosa, daquele jeitinho único que só ela tinha. A Florzinha viveu uma vida longa e foi muito amada. Agora descansa, livre de qualquer cansaço, levando consigo todo o nosso amor e gratidão por cada momento que compartilhamos. O silêncio que fica dói. A ausência pesa. Mas o amor permanece, e as memórias de todos esses anos juntas são um tesouro que ninguém pode tirar. Até um dia, Florzinha. Você fez deste mundo um lugar melhor só por estar nele.


segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Leozinho. Por que não?

 


Pai do Leo me mandou esta foto. Verdade. É abusado, dizem. Mas e daí? E daí se ele sobe na mesa e dorme ali mesmo? E daí, se foi adotado e aprendeu que a casa é dele, a mesa é dele e os humanos, ora... Humanos também são obedientes e estão todos ali para servi-lo, providenciando o seu bem-estar. Acho que até o Bubu, aquele cachorrão lindo, ele já seduziu. Particularmente eu também penso que deixar que nossos bichos se tornem abusados é muito bom. É muito bom, sim, fazer todas as vontades deles. Dar liberdade. Comprar brinquedos. Deixar que subam na mesa e na cama. Que durmam com a gente. A gente pega, amassa, aperta, beija. Faz parte. São os nossos bichos. Amar demais os nossos bichos nunca é demais. 

 

 

sábado, 25 de outubro de 2025

Saudade que não tem mais fim...


 

segunda-feira, 13 de outubro de 2025

Feliz Aniversário, Ragu!

Amados leitores, a sociedade pet não pode deixar passar em branco a festa canina do ano! Sob a luz dourada do nobre bairro Bom Fim, celebrou-se, na semana passada, o natalício do ilustre Ragu, cuja linhagem e postura fariam corar até os mastins da realeza bávara. O glorioso canídeo completou dois aninhos. Apesar a tenra idade, ele já exala a segurança de quem conhece todo estilo e responsabilidade de sua nobre linhagem. Os anfitriões, João Marciano e Beatriz, abriram as portas de sua residência na Capital para um encontro discretíssimo ― como convém ― em homenagem ao nobre herdeiro de quatro patas. Na cobertura, tudo era elegância: das plantas ao skyline da cidade servindo de painel. Ragu os cumprimentos no terraço, onde agora descansa soberano entre samambaias e a leve brisa da primavera. Belo e atlético, Ragu segue sua rotina de passeios diários pela Redenção. Exigente gourmet, saboreia pratos preparados com carne e legumes fresquíssimos, servidos com a pontualidade suíça a quem nasceu para a etiqueta. Diz-se, à boca pequena, que, quando o brócolis vem mal cortado, ele recusa o prato e lança um olhar que já dispensa palavras. Na data de tão augusto acontecimento, não faltaram brinquedos, agrados e bolos — sim, no plural, porque uma só receita não seria suficiente para contemplar as preferências do aniversariante e de sua corte de convidados caninos. Ao final da tarde, entre ossinhos gourmet e almofadas estrategicamente distribuídas, o brinde se fez com água mineral importada (para Ragu) e espumante geladíssimo (para os humanos). O pastor alemão, fiel ao seu estilo discreto-chic, encerrou a noite com um bocejo digno da alta rotação de eventos. Como diria nosso inesquecível Ibrahim: “Se latir é pouco, basta existir com elegância.” E Ragu, amado, existe — e como!

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Sem comentários


 

quarta-feira, 17 de setembro de 2025

Mas eu posso, gente?


 

sexta-feira, 12 de setembro de 2025

Bubu no jardim (IA). Ele não é lindo?


 

quinta-feira, 11 de setembro de 2025

Leo e Nina



Amora



 
Bem, parece que a Amora foi iniciada nas práticas da Arte Real e já está reclamando ingresso no Blog dos Mestres do Imaginário...

segunda-feira, 28 de julho de 2025

Adeus, Baruc

 Há pessoas que nascem para amar. E amam apaixonadamente. A Magale, mãe do Baruc, é uma dessas pessoas que jamais desistem daqueles que ela ama. Uma história longa, que começou no tempo em que Alex ainda estava entre nós. Magale tinha o Wilbort com ela. No início, trocamos e-mails, depois fotos e postagens. Ficamos amigas de longe. Depois nos encontramos. O amor aproxima. A tristeza também. Wilbort partiu, mas Magale continuou amando seus sucessores, entre os quais estava o Baruc. Ele era lindo, gordinho. Não gostava muito de colo, a não ser o da mamãe Magale. Também não gostava de tomar remédios. Inteligente, entendia tudo. Hora de dormir e de comer tinha de ser respeitada, e ele chamava até gritando se fosse preciso. Arrastava um pezinho, adorava cenoura, abóbora e bifinho. Quando tomava banho, queria que a Magale o secasse no colo. Era lindo, obediente e calmo. São tantas lembranças que ficam. São elas o grande consolo que se tem diante morte. O luto, a tristeza, o imenso vazio que eles deixam. É impossível dar significado à morte, por mais que se tente, ela nunca faz sentido. Magale agora tem com ela mais dois amores, que também sentem muito a falta do irmãozinho. Sei que esta é uma dor que não se supera jamais. No máximo, a gente se acostuma à saudade. Saudade, que também é memória, lembrança. Coisas que ficam para sempre. Adeus, Baruc! Baruc que agora é uma estrelinha. Espero que ela ilumine também esta página e que brilhe no coração de quem vier a ler e saber dessa história. 

domingo, 29 de junho de 2025

Ragu



Gente! Este "clássico" pastor alemão se chama Ragu. Apesar de grandão, ele é muito mansinho e gosta de gente. 

Faz a maior festa para todo mundo, pois sempre viveu entre pessoas amorosas. Ou seja: Ragu nunca se sentiu ameaçado ou com medo — o que explica ele gostar tanto de gente. O Ragu é irmão do Petit e da Florzinha, que já estão bem idosos. Amei receber as fotos e as "atualizações" da turminha "marciana"! 

Verdade, sim: pastor alemão é um "clássico" que já habita o nosso imaginário. Uma raça amiga, protetora, inteligente, sensível. 

Mesmo quando criados para guarda, parece que têm um "tino", ou seja, uma espécie de "regulagem" interna que não deixa que sejam mais violentos do que o necessário. Um padrão notável. Sem contar a inteligência. Aliás, quem é boomer deve se lembrar de um pastor alemão que fez o maior sucesso na TV entre 1954 e 1959. Falo de As  Aventuras de Rin Tin Tin, série da qual o protagonista era o pastor alemão que protegia um menino órfão criado por soldados. Claro, podemos lembrar também do Lobo, da série O Vigilante Rodoviário
Ragu parece mesmo seguir essa tradição: beleza clássica, presença marcante e um coração tranquilo. 

Saber de um cão tão bem resolvido, que vive cercado de afeto, já é uma injeção de otimismo. A história dele — e dos irmãos Petit e Florzinha — não nos deixa esquecer daquilo que importa de verdade: vínculos, cuidado, convivência. 

E até a próxima, com mais histórias da nossa turminha marciana!



segunda-feira, 23 de junho de 2025

Gaia! Vamos lá pegar o Biscoito!


 

Gaia

Quem vê essa lhasa apso charmosa toda arrumadinha de casaco e meias nem imagina que ela já chegou aos 14 anos — e com uma saúde de dar inveja! Gaia é filha da Angela, que cuida dela com muito amor e carinho. Calma, tranquila e cheia de elegância, Gaia só perde um pouco a compostura quando o assunto é comida...

Sim, nosso maior desafio com essa mocinha foi conter a sua gula de "vira-lata esfomeada", como brinca a família. Mas com dieta, regras, vigilância e muita dedicação, ela deixou a obesidade para trás e está em plena forma.

Com a chegada do inverno rigoroso aqui no Sul, nada mais justo do que um look quentinho. Casaco, meias nas patinhas e aquele olhar sereno de quem sabe que é muito amada.

Gaia é mais que uma pet: é parte da história deste blog, da vida de Angela, um pouco da minha também, porque Gaia conheceu Alex e ambos conviveram... só como amigos, é verdade, já que "não rolou" nenhum clima entre os dois.

Deixo com vocês essa linda foto tirada há pouco. Bom lembrar que frio pede agasalho e aconchego. E nossos amigos merecem o melhor, inclusive de nós! 

domingo, 15 de junho de 2025

Donnie, meu vizinho

Vocês estão vendo esses olhos brilhantes e essa cama quentinha? Então pensem no frio de um dia chuvoso aqui em Porto Alegre, quase inverno. A melhor parte é que recebi esta foto há pouco, enviada pelo Rafael e pela Aline, que são pais do Donnie, esse “linguicinha” tão simpático. Muita alegria receber este presente de meus vizinhos. Embora eles não tenham conhecido Alex pessoalmente, sabem um pouco de sua história. Como digo sempre, a gente imagina que adota um pet, mas na verdade são eles que nos acolhem. Embora sejam frágeis e pequenos como Donnie, são capazes de um afeto gigante. Nos dão amor, satisfação, alegria diária em grandes doses e inspiram também a nossa generosidade. Como enviar esta linda foto que agora vai compartilhada com todos os que vêm até aqui.

terça-feira, 10 de junho de 2025

Leo, um gatinho muito lindo!

 Este é o Leo, lindo gatinho do meu amigo Hamilton. Ele é irmãozinho do Bubu e, pelo que sei, ambos se dão muito bem. O que impressiona são esses lindo olhinhos azuis. Sem contar da fofurice geral. Que vontade de apertar!

quinta-feira, 29 de maio de 2025

Bubu: resgatado da chuva

 Bubu, irmão da Nina e da Amora, com todo este frio, decidiu dar um rolê na chuva. Resultado foi este resgate às cinco horas da manhã. Trabalheira para o Papai Hamilton, que teve de secar e alimentar essa fofura. Sem falar no frio desta manhã!

Irreverência

 Obrigada, Hamilton, pela foto. Sim, gatos sendo gatos.

sábado, 17 de maio de 2025

Zé Simba só quer brincar


quinta-feira, 10 de abril de 2025

Onde estará o gatinho Caolho?

 O gatinho que eu chamava de Caolho sumiu. Todas as noites, olho pela janela e não o vejo mais. Nem pela manhã, quando costumava tomar sol. O que será dele? Sinto sua falta. Há quase um mês que não o vejo. Era uma presença tão solene e discreta. Com exceção de um ou outro miado, com que ele me cobrava o peito de frango cozido na água, coisa que ele parecia gostar tanto, era muito calmo. Penso que pode ter morrido, embora ninguém o tenha visto andando por entre os prédios e sobre os telhados.  Ao lado, a foto mais recente que tenho dele. Está bem ruim, eu sei, porque era noite. Mas é possível ver como ele ficava atento às luzes e janelas. Saudades.