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domingo, 9 de junho de 2024

Quando o Amor Transcente o seu Objeto

 Anos trancada em luto, eu só vim aqui poucas vezes, para falar de uma despedida eterna. Embora escrevesse quase nada, deixei de fazer postagens sobre outros temas ao longo desses seis longos anos sem Alex. Contudo, o amor talvez transcenda o seu objeto. Alex vive em cada cachorro que encontro por ruas e casas, nesse percurso que não faz muito sentido à vezes, e que se chama vida. Revendo tantas postagens e tantos vídeos inspirados por ele e pelos muitos amigos que deixou, decidi fazer novas postagens, sempre no contexto dessa estranha união que aproxima humanos e bichos, especialmente os cães, que nos ensinam tanto.

quarta-feira, 5 de junho de 2024

Melo, o Meliante do Arpoador

Coisas da vida. Depois de algum tempo fechada para as saudades, reabro as postagens para falar do Melo. Como o nome já diz, um vira-lata caramelo que, por derivação, virou Melo, ora Melo Antônio, mas indubitavelmente, um meliante, que acabou aprontando em seu lar de acolhimento provisório. Uma história que se repete é aquela do abandono. Com Melo, não foi diferente. Apesar de ter menos de um ano de idade, foi abandonado na praia. Com o resgate, ficou claro que ele já teve um lar, pois
está habituado à ração, sabe se comportar no banho em pet shops e gosta de andar de carro. Além disso, estava castrado. Fosse um cão de rua e não saberia comportar-se com certa fidalguia. Seu olhar é doce e carinhoso. É muito humilde. Tem receio de homens apenas, e a imaginação leva a se pensar que pode ter sofrido agressões. Uma cicatriz no focinho até sugere isso. Uma vez acolhido provisoriamente em um lar, soube-se que ele, definitivamente, apronta sempre que fica sozinho em casa, como de fato aprontou. Cometeu não apenas as faltas toleráveis que consistiram em destruir chinelos e tapetes. Foi mais longe: conseguiu rasgar o estofamento de uma poltrona, justamente aquela na qual o dono da casa gosta de repousar. O degredo foi assim rapidamente decretado. E um novo lar foi providenciado para o Melo, que deverá, em breve, herdar um dos cobertores que pertenceu ao Alex. Coisas da vida, que por si mesma já é esperança de dias melhores para o Melo.

domingo, 2 de junho de 2024

Não esqueci de lembrar

 Dia 12 não passou em branco. A saudade que sinto de você, meu Alex, permanece como pano de fundo. Vir aqui, olhar as fotografias, rever os vídeos, relembrar cada alegria, para depois voltar a essa tristeza de sempre, que para sempre vai ficar aqui comigo, sem você agora.


domingo, 12 de fevereiro de 2023

Alex, eternamente

 

E sempre a saudade. E sempre o meu amor por ti. Porque vives, amado, nessa tua infinita ausência, assim como vives em cada olhar canino, em cada festejo e em cada lembrança tua, agora e sempre, por todos os dias da minha vida.


sábado, 12 de fevereiro de 2022

Alex, para sempre


 

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Três anos sem Alex


 Amor bem amado da minha vida, foste a maior lição, o maior aprendizado de humildade e dedicação que pude experimentar. O que me deste foi tanto. Infinitas alegrias que encheram aqueles dias da minha vida de gratas surpresas. Teu olhar sempre novo. Tua curiosidade. Teu carinho. Por mais que tenha sido dolorosa a tua perda, houve amor bastante para o resto de meus dias, ainda que tristemente iluminados pela tua saudade...

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Dois anos

Dois anos se passaram desde o teu adeus, Alex. Fossem dois séculos ou dois dias, tanto faz. Porque o tempo nada pode contra a dor de uma saudade tão doida, tão nítida quanto são as minhas lembranças. Teu cheiro, a maciez do teu pelo, teu olhar amigo, o barulho abafado dos teus passos cansados em minha direção. Adeus que não se acaba mais: é essa a minha saudade.
Eternamente.


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Saudade


Alex, ontem um ano se passou da tua partida da minha vida. E vivo até hoje o que me sobrou dela depois que a tua luz se apagou.
Deixaste um vazio imenso, que só a minha saudade preenche: uma saudade tão grande quanto o amor que aprendi a sentir contigo, Alex, o mestre da paciência, da tolerância, da resignação, da dedicação e da renúncia.
Meu cachorrinho querido, tão amado, criatura comovente que despertaste em mim o que talvez seja o sentimento mais puro que alguém como eu, tão terra-terra, tão tristemente humana, possa experimentar.
Vou te amar até o meu fim. 
Vou te trazer comigo para sempre. 
E vou te encontrar, como reflexo fugidio e incerto, em cada um dos teus semelhantes.


domingo, 18 de fevereiro de 2018

Alex, 26/09/2004 a 12/02/2018

Não há muito o que explicar. Perdi Alex na madrugada do dia 12. Ao chegar em casa, nem duas horas depois de perdê-lo, apesar do atendimento de emergência, fiz uma postagem aqui. Mas hoje, sem querer, acabei excluindo o que havia escrito.
Agora refaço este encerramento.
Durante quase dez anos vim até aqui e compartilhei com conhecidos e desconhecidos a alegria infinita que é amar um pet. Neste blog, falei de felicidade, de alegrias, como falei de dores, de angústias e de medos. Encontrei pessoas especiais e fiz amigos especiais. Agora não há mais o que escrever ou postar aqui. Às vésperas de completar uma semana do óbito, minha tristeza só faz aumentar. Alex, minha saudade.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Fuxicos para alegrar a vida!


Eu tenho muitas bandanas. Todas são muito coloridas e feitas de panos diferentes. São lindas. Bem guardadas faz tempo. 

A Mana, pra variar, fica tendo ideias. Daí que começou a fazer fuxicos com pedaços das minhas bandanas, que são muitas. 

E teve a ideia de reformar a minha velha guia que estava gasta, mas que eu gosto assim mesmo.Ontem então ela enfeitou com fuxicos e pérolas. Eu acho que ficou bonito. 

Cá entre nós, pessoal... Meio mal feito, que a Mana não caprichou, porque, diz ela, que furou os dedos. Tudo conversa! Mesmo assim eu sei que a Mana me ama muito. Ela doidinha por mim. Ainda eu estando assim doentinho e desanimado nos últimos tempos. To velhinho, afinal, e tem horas que fico resmungando e sem vontade de nada. Só de dormir. 

Daí ela faz de tudo para me alegrar. Só que nem sempre dá certo. Espero melhorar quando esse calorão passar e o meu apetite voltar. Coisas da vida. 

De bom que a gente sempre pode enfeitar alguma coisa que está meio estragada só para deixar mais bonita. Nem que seja apenas para a gente ficar um pouco mais alegre... mesmo quando se está muito triste. 






sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Coisa de gato


segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Amanhã é segunda, certo?


sábado, 3 de fevereiro de 2018

Madonna, a original!


sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Hora de dormir!


terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Ai! Que preguiiiiiiiiçaaaaa....


domingo, 28 de janeiro de 2018

Biscoitos geriátricos... Como assim, Mana?!



O Tinho, companheiro da Anastácia.


quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Ração?!


terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Pura fofura!


segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Pois é. Verdade...


domingo, 21 de janeiro de 2018

Bom dia!


sábado, 20 de janeiro de 2018

Gente, a Madonna!


quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Que preguiça!


quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

To nem aí!

Com muito amor, muito carinho, muitos cuidados da parte de todos aqueles que eu amo tanto, e que me amam também outro tanto grande assim, eu vou vivendo e até melhorando. 
Ando mais disposto, um pouco menos inchado, e vivendo um dia de cada vez. 
O mais importante é não descuidar da medicação. Depois, não fazer esforço. Também evitar stress e qualquer excesso. 
Eu não fico pulando nem correndo. Ando devagar, vivendo em câmara lenta, mas aproveitando a vida da mesma forma.
Durmo muito. Tudo o que posso, e o maior tempo possível. E como só quando sinto fome. Sem exageros.
Já fui mais guloso, mas atualmente comida não me atrai muito. 
Importante é continuar neste mundo, mesmo doentinho. Por isso eu digo e repito: Não to nem aí!
Afinal, gente, eu preciso cuidar da minha Mana e estar presente na vida de todos os meus amigos queridos!

Amo vocês!